Universidade cria aplicativo de educação financeira para estudantes

Universidade cria aplicativo de educação financeira para estudantes

O papo sobre educação financeira chegou também à universidade. O #fin Finanças e Investimentos já mostrou o exemplo do colégio em Porto Alegre que criou uma atividade extracurricular para que os alunos de Ensino Médio tivessem os primeiros passos sobre como lidar com o dinheiro.

A Universidade Estácio, com sede no Rio de Janeiro e uma das maiores do País em ensino a distância, criou o aplicativo Vida Financeira, com interface de game, para que os estudantes possam vivenciar a jornada de lidar com escolhas que geram impacto financeiro e como encarar isso sozinho ou com a família, além de poder vivenciar no mundo virtual os retornos sobre cada opção.

O jogo, que foi desenvolvido pela equipe de Novas Tecnologias, unidade que se dedica a criar conteúdos e é um braço da Estácio, tem parceria com o educador financeiro Gustavo Cerbasi, com canal no YouTube e conta no Instagram que estão entre as mais populares no Brasil.   

O analista e líder da equipe na Estácio, Enrique Baliosian, explica que o app traz diferentes perfis de personagens, com suas histórias de vida e que ajudam a ilustrar situações reais. Os alunos são confrontados com perguntas sobre decisões a respeito de gastos e quanto se justificam diante da etapa de vida em que ele se encontra. “Uma das questões é o que ele ou ela farão cm o dinheiro que os pais deram para o período da faculdade.

A opção pode ser dar uma festa. O menino ou menina pode ficar felizes, mas como ficou a vida financeira?”, cita Baliosian. Cerbasi faz parte do roteiro e desponta na tela comentando as decisões. “O objetivo do jogo é enviar ao aluno a como ter um equilíbrio entre a vida financeira e a emocional.”

O aplicativo pode ser baixado em sistemas IOs e Android sem custo. Uma ressalva sobre a plataforma, que também foi postada por usuários na loja virtual, é que o corpo do texto que aparece na tela – seja de perguntadas ou comentários – é muito pequeno, gerando dificuldades na compreensão da mensagem. 

Fonte: Jornal do Comércio